terça-feira, 9 de outubro de 2012

APRENDA COMO SER ATRAENTE NO MERCADO DE TRABALHO


ThinkstockEles sempre são chamados para novos empregos, recebem propostas para bons cargos e nas melhores empresas.
As oportunidades parecem cair do céu para alguns colegas de trabalho. Mas será mesmo que não há nada a fazer para ser desejado pelo mercado? O UOL Comportamento conversou com especialistas para entender quais atitudes podemos tomar para receber convites de emprego. 1. Saiba exatamente o que você quer É consenso entre os especialistas: antes de qualquer coisa, você precisa saber exatamente o que deseja. Conhecer-se muito bem, a ponto de identificar seus pontos fortes e fracos e saber utilizá-los a seu favor, é fundamental para conseguir propostas no mercado de trabalho, segundo o especialista em desenvolvimento profissional e gestão de pessoas Renato Grinberg, autor de "A Estratégia do Olho de Tigre" (Ed. Gente). É importante ter um objetivo claro de onde você deseja trabalhar e traçar metas. "Quando um profissional conversa com um possível empregador, seus objetivos devem ficar claros", diz Grinberg. Para a coach Daniela do Lago, mestre em comportamento organizacional, se você não sabe exatamente o que quer e deixa isso transparecer para alguém que pode te ajudar profissionalmente, provavelmente perderá a oportunidade. 2. Atualize-se sempre Além de contar pontos para seu currículo, fazer cursos, participar de palestras, fóruns e seminários pode ampliar sua rede de contatos. “São nesses locais em que os ‘headhunters’ aparecem, na hora do café”, diz Daniela do Lago. “Essa é a hora de aproveitar para entregar o cartão, dizer com o que trabalha e conversar com eles. Não aproveite o café para comer, concentre-se em bater papo”, afirma. Faça testes sobre trabalho Você é um procrastinador? Você sabe se promover no "happy hour"? Você tem futuro no seu emprego atual? Você se sairia bem em um processo seletivo? Seu colega ou chefe pode ser um psicopata? 3. Tenha o cartão de visitas e o currículo atualizado O currículo deve estar sempre atualizado, para que você possa repassá-lo o mais rápido possível quando lhe for solicitado. O cartão de visitas tem de estar sempre à mão. Nunca se sabe quando você encontrará alguém importante para a sua vida profissional. Para Fábio Cunha, gerente da Michael Page, empresa de consultoria especializada em recrutamento, um bom currículo deve ter todas as melhores realizações do profissional e quais resultados elas trouxeram para a empresa. "Você não está escrevendo um livro, o consultor quer apenas saber o que de melhor você fez", diz Cunha. Seja o mais objetivo possível: se couber em duas páginas, ótimo. Se você já estiver em um cargo de gestão, três páginas também são aceitáveis. 4. Tenha as atitudes certas no seu emprego atual No seu ambiente de trabalho, saiba agir com dedicação acima da média e certa dose de resiliência. Para Grinberg, é preciso ter inteligência emocional e saber controlar os instintos no mundo corporativo. "Você faz um projeto, trabalha dez horas por dia e, no fim, não precisam mais dele? Tenha paciência", diz ele. Além de saber a hora de engolir sapos no trabalho, mantenha a postura profissional. Não adianta ser eficiente se você passa o dia reclamando. É fundamental cativar seus colegas. Amanhã um deles pode mudar de empresa e te levar com ele. 5. Use as redes sociais a seu favor Segundo Fábio Cunha, a maioria das empresas de recrutamento utiliza as redes para buscar mais informações sobre seus profissionais. “Ter um contato ativo com pessoas do meio é importante para que seu perfil seja lembrado”, diz ele. O LinkedIn pode ser útil para todos os níveis hierárquicos, segundo ele. Mas, se seu perfil for muito semelhante ao de outros profissionais, será difícil se destacar. Quanto maiores as particularidades, melhor. 6. Cheque seu valor no mercado Para a coach Daniela do Lago, você não precisa estar a fim de mudar de emprego para distribuir seu currículo. Se está feliz com a empresa, pode usar a estratégia para checar sua avaliação pelo mercado. Se você receber muitas propostas, vale negociar um aumento na empresa atual. Se ninguém responder, é sinal de que você precisa mudar algumas coisas no currículo ou correr atrás de uma atualização. Para cargos que vão de estagiário a coordenador, o normal é ter algum retorno em até três meses –para cargos de direção, é possível que o retorno demore mais, segundo Daniela. Se ninguém te contatar, converse com pessoas da mesma área e de cargos compatíveis para entender que tipo de especialização esse funcionário tem. É natural sentir medo de que o chefe descubra que você está enviando seu currículo por aí e interprete isso como insatisfação –e é importante ser discreto e escolher bem para quem você enviará o currículo. Mas, para Daniela, isso não deve ser encarado como traição. "Você assinou o contrato com a instituição, e não com uma pessoa. Você doa seu talento, tempo, ideias e outros pontos fortes em troca de dinheiro e benefícios. Se amanhã vier outro profissional mais qualificado para ganhar o mesmo ou se a empresa tiver alguma dificuldade, você será mandado embora", afirma. 7. Faça novos contatos e mantenha os antigos É importante manter contato com consultores de recursos humanos ou de recrutamento de mercado. Candidatando-se, mesmo que você não esteja procurando oportunidades, eles já têm seu perfil em mente. Para Renato Grinberg, ao mapear contatos que possam ser interessantes para você, vale conhecer até amigos de outras pessoas, pedir dicas a familiares e ir atrás de profissionais no LinkedIn. Mas seja educado. "Jamais peça nada de cara. Diga que gostaria de entender mais sobre a profissão dele e tirar dúvidas”, diz Grinberg. É igualmente essencial manter os contatos antigos, com colegas de faculdade, da pós-graduação ou de empresas pelas quais você já passou. “A melhor maneira para que eles te indiquem para uma vaga é você também indicá-los”, diz Cunha. Se você conhecer um assunto específico e mostrar isso às pessoas, elas podem te enxergar como referência e você ser lembrando quando surgir uma oportunidade. Para Grinberg, a manutenção dos contatos pode ser feita de uma maneira simples: basta enviar e-mails com artigos que possam ser relevantes para o trabalho dessa pessoa e, sempre que possível, agendar um café ou almoço. “Investir tempo e deixar uma imagem positiva pode abrir portas que você nem imagina”, diz ele.

Fonte Internetenoticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2012/09/17

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

COMO FALAR AO CHEFE QUE VOCE ESTA SOBRECARREGADO SEM PARECER PREGUIÇOSO


Altos índices de desemprego foram um dos problemas principais da economia brasileira nas décadas de 1980 e 1990. Este pode ser um dos motivos do tabu que é dizer ao chefe que se está sobrecarregado. "O brasileiro tem uma dificuldade enorme em dizer não", afirma Alexandre Prates, especialista em desenvolvimento humano, liderança e performance organizacional e fundador do ICA (Instituto de Coaching Aplicado).
 O medo é parecer que se está recusando trabalho e, assim, ficar com a imagem de preguiçoso. Mas tanta boa vontade tem um fim pouco nobre: "A pessoa assume coisas demais e acaba sendo incapaz de entregar um bom resultado", diz Alexandre. Por isso, se sua lista de atributos está impossível de vencer, acompanhe os seis passos para dizer ao chefe que você está sobrecarregado, sem parecer folgado. 1. Quantifique sua sobrecarga Liamar Fernandes, instrutora da Sociedade Brasileira de Coaching, explica que antes de tudo é preciso saber exatamente o que cabe no seu dia. "Categorize suas atividades entre alto impacto, ou seja, aquelas diretamente ligadas ao resultado do negócio; médio impacto, que são as que interferem, mas não diretamente no negócio, e baixo impacto, para as que precisam ser feitas, mas podem esperar". Com 37 anos de experiência corporativa, Liamar reconhece que nem os chefes sabem fazer isso. "Se houver mais de uma prioridade, isso deve ser comunicado ao chefe. A palavra-chave é negociação", diz ela. Mas, para negociar, você precisa saber exatamente com que argumentos contar. Por isso, é importante ter na ponta da língua o que está lotando sua agenda. 2. Avalie por que você vai reclamar Responda sinceramente: sua motivação é sair mais cedo às sextas para evitar o trânsito; trabalhar tanto quanto o seu colega ao lado, que sempre parece estar tranquilo, ou melhorar seu desempenho e evitar comprometer o resultado da empresa? "O objetivo do colaborador deve ser no negócio", diz Liamar. Portanto, reflita se você tem um bom motivo para dizer que está sobrecarregado. 3. Decida o quê vai falar Escolher as palavras certas é fundamental. "'Preciso que você reveja minhas atribuições porque estou cansado'" é diferente de "'Percebo que não consigo mais entregar o que devo e me sinto mal por isso'", exemplifica Alexandre Prates, do ICA (Instituto de Coaching Aplicado). 4. Escolha quando é o momento de falar Se seu momento na empresa não é dos melhores, adie a conversa. Alexandre explica que a imagem do colaborador na empresa é uma parte importante do sucesso no pedido de revisão das atribuições. Por isso, nunca tenha essa conversa se você acaba de chegar. "Espere três ou quatro meses, no mínimo, para falar a respeito, se necessário". 5. Preste atenção ao modo de falar Não tire conclusões de fundo emocional antes da conversa. Se você está magoado porque pensa ser um absurdo o seu chefe não enxergar o quanto você está sobrecarregado, isso transparecerá no discurso. "Em nossos diálogos, nos armamos mais de sentimentos e opiniões do que de fatos", explica Rosângela Quaglio, coach qualificada pela ASTD –The American Society for Training and Development e consultora da MOT, empresa de soluções em treinamento com clientes como Bradesco, TAM e Petrobras. É preciso evitar esta cilada. 6. Pense em uma alternativa A velha máxima "melhor levar uma solução que um problema" também vale aqui. Reflita: você leva os problemas certos para o seu chefe? Chegar com uma proposta de redistribuição conta pontos. "Ao explicar que você está sobrecarregado, ele precisa ver que você sabe como está o nível de trabalho de toda a equipe, que está propondo uma maneira de distribuir as tarefas em um arranjo que, no final, beneficiará não só você, mas a todos", diz Rosângela. 7. Tenha certeza de que o problema não é você Se você assim estiver na dúvida se deve ou não conversar com seu chefe, imagine o que vai acontecer se você não falar. Se o seu tempo no trabalho está realmente lotado por uma lista de atributos pesada demais, saiba que algo vai estourar: sua vida pessoal ou seu desempenho profissional. Caso não queira sacrificar nenhum dos dois, fale. "Não deixe passar muito tempo. Se você não produz, uma hora isso vai se voltar contra você", explica Alexandre. Mas, antes, pense se o seu problema não é reflexo da sua falta de organização, desânimo ou procrastinação. Esses são problemas que não devem ser resolvidos por seu chefe.

Fonte internete  noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2012/10/08

terça-feira, 2 de outubro de 2012

CUIDADO COM AQUELA DORZINHA QUE VOCÊ ACHA SER SEM IMPORTÂNCIA

Papel de parede Coiote zonzo em papéis, fotos e imagensSabe aquele ditado “ruim com ela, pior sem ela”? Pois é, ele pode ser aplicado à dor. Isso mesmo. O fato é que, apesar de ninguém gostar de sentir dor, ela é muito importante para nossa saúde e bem-estar. Afinal, ela é um sinal de alerta, indicando que algo está errado, e também um mecanismo de proteção, apontando que há um perigo que deve ser evitado.
 “A dor é um sintoma muito importante, pois é a forma que o corpo tem de se comunicar com a gente, nos informando de que algo está errado”, afirma o quiropraxista Luiz Miyajima, pós-graduado em quiropraxia esportiva pela New York Chiropractic College (EUA) e responsável pela clínica QuiroVida no Brasil. Quando uma pessoa sente dor, na maioria das vezes ela tem duas reações: tomar algum medicamento que dê alívio imediato ou ignorar e esperar passar. E as duas reações são muito perigosas. Muitos brasileiros têm o costume de tomar medicamentos para eliminar a dor – muitas vezes sem procurar assistência médica. Só que isso, além de não resolver o problema, pode também agravá-lo. Afinal, os analgésicos eliminam a dor, mas não a enfermidade, e não tratar a causa da dor pode fazer com que ela se agrave e se torne ainda mais difícil de curar. “Devemos nos preocupar com o que está causando a dor, e não somente em melhorarmos os sintomas. Descobrir a sua origem é fundamental para evitar o agravamento do problema”, diz Miyajima. Além disso, o abuso de analgésicos tem consequências ruins, pois, com o uso contínuo de medicamentos, o cérebro pode passar a não produzir endorfinas, um analgésico natural, e acarretar problemas como a cefaleia crônica diária. Por outro lado, muitas pessoas acreditam que a dor é passageira e não é motivo para procurar um médico. Mas isso é igualmente perigoso “Seria o mesmo que ter um alarme contra incêndio e não tomar nenhuma atitude quando o mesmo dispara. Pode ser somente um alarme falso, mas também pode ser um grande incêndio. Por isso a investigação sempre deve ser realizada”, afirma Andreia Lusvarghi Witzel, professora de Estomatologia Clínica da USP. Um bom exemplo dessa situação é o câncer de boca: os pacientes geralmente procuram assistência médica somente depois que a dor se torna muito grande, o que acontece quando o tumor já está em estágio avançado - o que dificulta e pode inviabilizar o tratamento. Dores nas costas, que geralmente são ignoradas, podem esconder problemas mais graves, como o complexo de subluxação vertebral, uma disfunção articular que causa a alteração da faixa normal de movimento e muitas dores nas articulações. Por isso é importante não desprezar ou tentar disfarçar a dor, mas sim buscar suas causas. Nenhuma dor, por menor que seja, deve ser ignorada. Se o corpo está enviando um sinal de alerta, é importante ouvi-lo e investigá-lo. “O que temos que ter em mente é que a dor só deve ser tratada depois de diagnosticada, pois eu não desligo o alarme do incêndio enquanto não tiver certeza que o fogo está apagado ou pelo menos que os bombeiros já chegaram”, ressalta Witzel. Se não sentíssemos dor, provavelmente não saberíamos que estamos machucados ou doentes, e não procuraríamos por tratamento Não sentir dor é problema Assim, a dor tem um papel fundamental na sobrevivência e preservação. Afinal, se não sentíssemos dor, provavelmente não saberíamos que estamos machucados ou doentes, e não procuraríamos por tratamento, o que levaria a uma piora do quadro e até mesmo à morte. Exagero? Nem um pouco. Algumas pessoas que sofrem de uma doença rara chamada CIPA (insensibilidade congênita à dor) sabem bem como é perigoso não ter esse alarme natural do corpo. Por uma disfunção no sistema neurológico, elas simplesmente não podem sentir qualquer espécie de dor. O que para alguns pode parecer uma grande vantagem na verdade é um risco muito complicado. Afinal, por não sentirem dor, essas pessoas não percebem situações como queimar a mão numa panela quente, cortar o braço em um objeto afiado ou mesmo quebrar um osso. E isso pode ter consequências complicadíssimas, pois o quadro não tratado pode se agravar ou evoluir para infecções. “Em geral pessoas que sofrem desse mal morrem muito jovens, quase sempre por motivos banais como queimaduras ou pequenos ferimentos”, aponta Witzel, A dor também pode ser sentida em casos que não há um ameaça direta ao organismo, como por exemplo, em casos de estresse, em que a pessoa pode sentir dores nas costas ou dores de cabeça. “Não é necessário alteração ou lesão no organismo para causar dor”, diz George Miguel Góes Freire, anestesiologista, acupunturista e algologista do Hospital Albert Einsten. Mas mesmo assim ela se constitui um sinal de alerta de que há algo está errado: senão no organismo, no modo de viver, sendo importante agir para mudar o contexto – buscando o equilíbrio e o bem-estar – para eliminar essa dor.

Fonte Internete noticias.bol.uol.com.br/ciencia