sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

VOCE É UM CARA MOTIVADO NO SEU TRABALHO, ENCONTRE AQUI AS RESPOSTAS.



A competição no mundo corporativo criou uma grande exigência por profissionais constantemente motivados para conseguirem bater as metas propostas. Especialistas afirmam que há formas de cultivar a motivação diária, porém, também alertam que deve-se tomar cuidado com os exageros. Flávia Lippi, coach e diretora-presidente do IDHL (Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi), comenta que há uma "banalização" da palavra motivação. "Todo mundo precisa disso atualmente. Se você não está feliz em algum dia, parece que você está fora do planeta", comenta. Ela explica que as pessoas têm três ciclos principais: de sobrevivência, prosperidade e frustração. Eles fazem parte do modo como a humanidade se organizou e de como o ser humano age, portanto, é normal ter momentos de picos ou quedas em cada ciclo. Nós podemos nos motivar quando estamos mais claros do que queremos fazer na vida", resume. Veja abaixo oito perguntas elaboradas por Lippi que o próprio funcionário pode responder para descobrir se está em um bom caminho para manter a motivação em alta. Se a maioria das respostas for negativa, ela orienta mudanças de postura ou até de empresa.
1. Sua carreira é uma opção e não uma escolha de desespero?
2. Quem você é combina com o que você faz? 
3. Quantos empregos diferentes você espera ter ao longo de sua vida?
4. Você vê oportunidades para progresso de carreira?
5. Seu salário condiz com seu desempenho?
6. Você tem programas de treinamento/desenvolvimento de excelência? 
7. Você tem flexibilidade de trabalho?
8. Você se orgulha da reputação de seu empresa? APROFUNDAMENTO Para quem deseja se aprofundar na reflexão sobre sua motivação Lippi lista mais dez perguntas após as oito primeiras acima. Mas, antes dessas perguntas ela sugere uma preparação:
Passo 1. Esteja realmente aberto à mudanças. Aceite o fato de, algumas vezes, não compreender facilmente as questões. É natural questionar-se diante do novo. 
Passo 2. Não siga uma ordem lógica das perguntas. Sua intuição é uma das ferramentas poderosas. 
Passo 3. Caso não consiga, imediatamente, responder uma questão, dê-se o prazo de 3 dias para efetivamente obter a resposta. Deixe a pergunta em um local visível aonde você possa lembrar-se do quão está comprometido consigo mesmo.
Passo 4. Não julgue. Responda sinceramente com sua alma. Não conte mentiras a si mesmo.
Passo 5. Anote outras perguntas que venha ao seu coração e alma derivadas da pergunta que você escolheu responder. 
Passo 6. Faça um pequeno diário de suas respostas e avalie o seu desenvolvimento. 
Passo 7. Comente suas conquistas e compartilhe seu descobrimento. Assim o seu cérebro registra seu aprendizado e crescimento. 
Passo 8. Dê-se um presente por cada conquista ou resposta que o conduziu a uma transformação profunda ou solução e insights. 
Passo 9. Faça destas perguntas as respostas para o seu cotidiano.
Passo10. Não se preocupe com as respostas. Se ocupe com as perguntas.

Fonte Internet noticias.bol.uol.com.br/folhaonline/mercado/2013/01/19

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BEBEU, ENTÃO ESPERE PRA DIRIGIR SEU CARRO.



No final do ano passado, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que aumenta o rigor na fiscalização da ‘Lei Seca’. A nova medida endureceu as penas aplicadas ao motorista que dirigir alcoolizado e manteve qualificado como crime dirigir com mais de 6 decigramas de álcool por litro de sangue. No entanto, muitas vezes fica a dúvida: quanto tempo depois de beber o motorista pode dirigir sem infringir a lei e, principalmente, com segurança? Ronaldo Laranjeira, professor titular de psiquiatria e dependência química da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que há um conceito fixo na medicina que afirma que o organismo se livra do equivalente a uma dose de álcool por hora. "Uma dose pode ser uma taça de vinho ou chope, ou ainda um daqueles copos bem pequenos de destilado, que o fígado levará cerca de uma hora para metabolizar o álcool no corpo humano", explica. Sendo assim, se uma pessoa de aproximadamente setenta quilos ingeriu três copos de chope, por exemplo, ela terá de esperar três horas para dirigir. Caso tenha tomado dez taças de vinho, serão necessárias dez horas para que o organismo esteja livre dos efeitos do álcool. Mas o médico esclarece que os efeitos do álcool variam de acordo com cada pessoa e com uma série de fatores: "Se o indivíduo bebe com o estômago vazio, os efeitos do álcool pelo corpo podem aparecer mais rápido, assim como o corpo feminino demora mais para metabolizar o álcool". Por isso, a Polícia Rodoviária Federal recomenda que se espere pelo menos 12 horas antes de dirigir após a ingestão de álcool. Calcule quantas horas você deve esperar para dirigir após beber O que eu bebi e quantas doses? Cerveja ou chope (copos) Vinho (taça) Destilado (dose) calcular Fontes: Sociedade Brasileira de Clínica Médica (Regional São Paulo) Dr. Ronaldo Laranjeira – Professor de Psiquiatria especializado em dependência química da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Uma dica importante de Ronaldo Laranjeira é controlar a quantidade de álcool ingerida. Por exemplo, se alguém ficar duas horas na casa de uma pessoa jantando e, durante esse período, consumir apenas duas taças de vinho ou dois copos de chope, provavelmente estará pronto para dirigir pouco depois da refeição, pois cada copo de bebida foi consumido ao longo de uma hora, tempo necessário para o organismo metabolizar o álcool. Não existe nada que se possa fazer para acelerar o processo do metabolismo do álcool no corpo, a despeito de algumas crenças como ingerir café, aspirina, tomar banho gelado ou comer enquanto se bebe. "Nada acelera este limite de uma hora por dose. Se você der um banho gelado em uma pessoa bêbada, você terá um bêbado limpo, mas não vai acelerar a recuperação do sujeito", explica Laranjeira. Lei Seca O QUE É? Define que é crime dirigir com a capacidade psicomotora alterada em razão da ingestão de bebidas alcoólicas ou de outras substâncias químicas QUAIS AS PROVAS? - Bafômetro ou exame de sangue que indique mais de 6 dg/l de álcool no sangue - Testemunho dos agentes policiais e/ou de pessoas próximas, exame clínico e quaisquer provas que valeriam para outros tipos de crime PUNIÇÕES - Multa de R$ 1.915,40 (o valor dobra se o motorista for pego dirigindo embriagado novamente dentro de um ano) - Recolhimento da habilitação e do veículo - Em casos mais graves no entendimento do delegado na hora da fiscalização: detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir No entanto, o mais importante para dirigir com segurança é a conscientização. Para o especialista, no Brasil ainda é preciso aprender que não se deve beber e dirigir. "Se você pensa em dirigir, não deve consumir álcool. Este é o ponto principal que se deve pôr em prática no país. O brasileiro tem de se planejar antes de sair para festas ou locais onde é possível beber. As pessoas têm que encontrar formas de se locomover, o que já acontece nos países desenvolvidos". Informações oficiais O site da Polícia Rodoviária Federal também dá algumas dicas que podem ajudar o motorista que ingeriu álcool a esclarecer dúvidas. As informações oficiais apontam que não existem "parâmetros confiáveis" para estipular o tempo de metabolização do álcool no organismo, por isso é recomendado que o motorista espere ao menos 12 horas para retornar ao volante. O site esclarece ainda que, de modo geral, consumir o equivalente a 1 lata de cerveja, ou 1 taça de vinho, ou 1 dose de cachaça, vodca ou uísque e conduzir um veículo logo após o consumo é o bastante para ser multado. O bafômetro é capaz inclusive de detectar a presença de álcool se o teste for realizado imediatamente após a pessoa ter consumido alimentos com a substância (como bombom com licor, por exemplo) ou usado antisséptico bucal que contenha álcool. Nesses casos, o site esclarece que o motorista deve informar o ocorrido à autoridade de trânsito no momento da abordagem, para que se possa fazer bochechos com água, no intuito de retirar resíduos de álcool da mucosa, e promover novo teste.
SAIBA COMO FUNCIONA A LEI SECA

Lei Seca O QUE É? Define que é crime dirigir com a capacidade psicomotora alterada em razão da ingestão de bebidas alcoólicas ou de outras substâncias químicas QUAIS AS PROVAS? - Bafômetro ou exame de sangue que indique mais de 6 dg/l de álcool no sangue - Testemunho dos agentes policiais e/ou de pessoas próximas, exame clínico e quaisquer provas que valeriam para outros tipos de crime PUNIÇÕES - Multa de R$ 1.915,40 (o valor dobra se o motorista for pego dirigindo embriagado novamente dentro de um ano) - Recolhimento da habilitação e do veículo - Em casos mais graves no entendimento do delegado na hora da fiscalização: detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir

Fonte internet noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2013/01/18

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

CONHEÇA OS GOLPES MAIS APLICADOS CONTRA EMPREENDEDORES E SAIBA COMO EVITÁ-LOS.



O processo para abertura e manutenção de empresa é complexo e envolve tantos órgãos que pessoas mal intencionadas abusam da boa fé do empreendedor para aplicar golpes e ganhar dinheiro fácil. Falsos auditores, envio de boletos de entidades fantasma, oferta de serviços inexistentes são os principais.


Luiz Monteiro, auditor da Receita Federal, diz que o principal golpe é o dos falsos fiscais, que chegam à empresa bem vestidos, equipados com computadores e até com uma falsa carteira funcional. Eles anunciam a fiscalização e fazem exigências para verificar os livros de registro financeiro e vistoriar o negócio.

“Eles fazem pressão, assustam o empresário, inventam uma irregularidade e dizem que terão que fechar a empresa. Então, exigem uma quantia para que isso não aconteça, por exemplo, R$ 50 mil, e vão negociando, às vezes baixam até R$ 5 mil”, conta Monteiro.

A Receita Federal, no entanto, possui um mandado de procedimento fiscal, com um número de registro que deve ser consultado no site do órgão. O fiscal apresenta o mandado e o empresário pode consultar, na hora, pelo site, se a fiscalização procede ou não.

“Se identificar um falso fiscal, o empresário tem que se preparar, combinar uma visita posterior, acionar a polícia federal ou civil e armar um flagrante”, diz Monteiro.

O golpe tem algumas variações, como um contato telefônico anterior, que já negocia uma quantia para evitar a fiscalização, ou vistoria em nome de outros órgãos, como o Estado, Município ou Ministério do Trabalho.

Boletos falsos pegam empreendedores inexperientes

Principais golpes e como evitá-los

Falso fiscal
Cheque junto ao órgão se a fiscalização procede e, se possível, chame seu contador para acompanhá-la
Cobrança de entidade inexistente
Se você não solicitou a adesão a nenhum sindicato ou associação, não pague até certificar a razão da cobrança, se a entidade existe e se é obrigatório pagar. O contador ou o Sebrae podem tirar dúvidas
E-mail de aviso de pendência no CPF ou CNPJ
Não abra arquivos anexados nem links contidos na mensagem. Eles podem causar danos ao computador e capturar informações confidenciais. Exclua imediatamente o e-mail. A Receita Federal não envia mensagens sem autorização prévia do contribuinte nem faz contato por telefone

Outra fraude comum é a do boleto falso, com alvo nas empresas recentemente abertas. A cobrança vem em nome de uma entidade ou sindicato fantasma, mas com nome muito parecido com uma instituição real – é o caso da falsa Associação Comercial do Estado de São Paulo, parecida com a verdadeira Associação Comercial de São Paulo.

Como o vencimento da cobrança tem data próxima, muitos empreendedores acabam pagando para se livrar da "pendência" sem se informar da sua legalidade. 

Roberto Mateus Ordine, vice-presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), diz que empresas abertas recentemente são presas fáceis para o golpe do boleto falso porque os empresários ainda não têm experiência na parte operacional do negócio. A própria ACSP não manda cobranças sem que o empreendedor tenha interesse de se filiar à entidade. A adesão é voluntária e não obrigatória.

Luiz Fernando Nóbrega, presidente do CRC-SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), explica que o valor das cobranças, normalmente, é entre R$ 300 e R$ 500.

Empreendedor deve checar a idoneidade de quem fez a cobrança

As entidades fantasma buscam informações das empresas recém-abertas, como CNPJ e endereço, para fazer o boleto parecer real. “Os registros de empresa são públicos no país, com os dados e a atividade, então é um golpe fácil. Antes de fazer o pagamento, o empreendedor tem que pesquisar se a entidade realmente existe e consultar seu contador para evitar transtornos”, diz Nóbrega.

Os golpes fazem ainda oferta de serviços inexistentes, como assinatura de revistas que não são publicadas ou venda de falsos anúncios em publicações de sindicatos ou outras entidades relacionadas à atividade da empresa, usando o argumento do bom relacionamento como forma de pressão.

Silvio Vucinic, consultor do Sebrae-SP, diz que na abertura da empresa, é comum que o empreendedor receba muitos boletos, inclusive de ofertas de serviços que podem ser úteis. "Se não tiver um contador para consultar, ele pode entrar em contato com o Sebrae para se informar. É importante verificar do que se trata, se o pagamento é opcional e, se for uma oferta de serviço, avaliar a conveniência para o negócio."

Fraudes acontecem também no mundo virtual

O envio de e-mails ou correspondências comunicando débitos ou pendências no CNPJ da empresa é outra prática comum. Para reforçar a tentativa da fraude, as mensagens trazem inclusive os timbres do Governo Federal, do Ministério Fazenda e da Receita. O objetivo da ação, geralmente, é conseguir informações para ações posteriores dos golpista ou instalação de programas mal intencionados no computador, para roubo dados bancários, por exemplo.

A Receita orienta a não abrir arquivos anexados, pois eles podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais; não clicar em links para endereços da internet, mesmo que lá esteja escrito o nome da Receita Federal, ou mensagens como “clique aqui”, pois não se referem ao órgão; e excluir imediatamente a mensagem.

Crimes têm pena de um a cinco anos de prisão

A advogada Tatiane Gonini Paço, sócia do escritório Gonini Paço e Maximo Patricio Advogados, diz que todas as ações são derivações do crime de estelionato e que a pena varia de um a cinco anos de prisão e multa. Se cair em algum golpe, o empreendedor deve ir à polícia e registrar um boletim de ocorrência.

“Dificilmente, o empreendedor consegue reaver o dinheiro, portanto, a indicação é de que sempre verifiquem a legitimidade e a exigibilidade dos pagamentos que estão efetuando”, afirma Paço.

Fonte Internet Larissa Coldibeli Do UOL, em São Paulo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A DOENÇA DO CRACK...



O Brasil é o maior mercado consumidor de crack do mundo e o segundo maior de cocaína, atrás só dos EUA, conforme o segundo levantamento nacional de álcool e drogas, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, publicado nesta Folha em setembro de 2012.

Os dados revelam que quase três milhões de brasileiros usaram cocaína no último ano e um milhão utilizaram crack.

Os custos desse padrão de consumo são enormes. Internações, violência, acidentes, sofrimento familiar, desemprego e subemprego, faltas ao trabalho e baixo rendimento.

O usuário de crack apresenta uma miríade de problemas, necessitando também de tratamento para outras dependências (maconha e álcool principalmente), além de frequentes transtornos psiquiátricos.

Viciados do Crack no BrasilO tratamento deve ser diversificado, pois as necessidades costumam ser amplas e cada paciente tem recursos e necessidades diferentes.

Enquanto somos exemplo mundial no tratamento do paciente HIV, vamos conquistando o título inverso em relação ao dependente de drogas, em especial o crack.

O combate ao HIV poderia ser exemplo no enfrentamento do crack: investimento governamental, mobilização social, informação, redução do preconceito, amplo acesso ao melhor tratamento disponível.

Enquanto isso não acontece, "medidas heroicas" surgem de tempos em tempos para limpar a paisagem urbana e aliviar nosso mal-estar pelo imenso descaso.

Uma coisa é certa: cedo ou tarde, todos nós pagaremos a conta... Aliás: já estamos pagando.

HAMER PALHARES p(tagline) é médico psiquiatra e pesquisador da Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas) da Unifesp 

 Fonte HAMER PALHARES ESPECIAL PARA A FOLHA