quinta-feira, 20 de junho de 2013

VOCÊ QUER UM AUMENTO DE SALÁRIO!!! ENTÃO NÃO COMETA ESSES ERROS...



Se você anda com a ideia fixa de que precisa (e merece) um aumento, é preciso avaliar uma série de questões antes de conversar com o chefe. "Verifique se o seu salário está realmente abaixo da média para o seu cargo ou função", diz o coach José Roberto Marques, presidente do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching). Avalie também os benefícios, como remunerações anuais e bônus, planos de seguro saúde e previdência, entre outros. "Se você receber mais do que a média do mercado e suas realizações forem consistentes, pode ser o caso de pleitear uma promoção, e não um aumento", diz o coach Persio Cordeiro, diretor do JobCoach. Se chegar à conclusão que você deve mesmo pedir um salário maior, agende uma reunião com o chefe, avisando-o que pretende falar sobre salário. Assim, ele também terá a chance de se preparar para a conversa. Antes disso, veja, a seguir, como não cometer os dez maiores erros ao pedir um aumento. 
Erro um: escolher o momento errado. Mesmo que você tenha acabado de entregar um ótimo projeto ou de realizar uma atividade valorizada, é preciso estar atento a outros aspectos, além do seu desempenho, antes de marcar a conversa sobre o seu aumento. "Um erro muito comum dos profissionais é ignorar o momento pelo qual a empresa está passando. Se a companhia não está apresentando resultados positivos ou iniciou um processo de redução de custos, o melhor é aguardar mais um pouco, pois são baixas as chances de ter sucesso em seu pedido", diz o coach Eduardo Strang, diretor do JobCoach. Há outros momentos que não são propícios: logo após as férias (suas ou do gestor) e no período que segue o dissídio anual. 
Erro dois: não ter argumentos realistas. Não vale pedir um aumento por pedir, apenas porque você acha que merece. É preciso munir-se de argumentos e fatos, para transmitir segurança na hora da conversa. "Coloque no papel todas as atividades desempenhadas, suas competências e habilidades, explique como elas estão contribuindo para o crescimento e desempenho da organização. Também vale apresentar o que mais você pode oferecer à companhia. E, claro, é necessário ter em mente o percentual de aumento que você deseja", 
Erro três: falar demais ou se atrapalhar. Além de saber o que vai dizer, é bom planejar com antecedência como vai abordar o seu gestor e em qual ordem irá apresentar suas ideias. O melhor é fazer uma explicação clara, objetiva e simples. Evite repetir várias vezes um mesmo argumento e tome cuidado para não falar demais, abordando questões sem importância ou que não estão diretamente relacionadas a sua performance. Se possível, simule algumas vezes a conversa que terá com seu chefe. "A prática vai lhe dar mais confiança e naturalidade".
Erro quatro: não ter performance que justifique o aumento. Em geral, os aumentos estão atrelados a performances acima da média. Assim, atingir suas metas é a melhor forma de garantir sucesso nesse tipo de negociação. Segundo a consultora organizacional Verônica Rodrigues da Conceição, diretora da VR Consulting, é recomendável apresentar provas de seu desempenho superior e levantar as respostas para as seguintes perguntas: o que você faz melhor, mais rápido ou com menor custo do que outra pessoa na mesma função? Que processos de trabalho otimizou ou tornou mais eficientes? Como aumentou a produção, as vendas ou a receita? Como melhorou o atendimento ao cliente ou ao consumidor? "Se conseguir responder a pelo menos uma parte dessas questões, com dados consistentes, as perspectivas de conseguir um aumento crescem consideravelmente".
Erro cinco: não ter uma referência correta de média de salário da sua função. Para conseguir um aumento, um cuidado importante, além de reforçar o seu bom desempenho, é pleitear um valor compatível com o seu cargo. Não vale simplesmente chutar um salário que cubra as suas despesas, sem usar qualquer referência de mercado nessa conta. "É aconselhável informar-se antes sobre os valores praticados na sua área e na sua função e, de preferência, evitar os sites de pesquisa salarial. Eles são pouco confiáveis, porque costumam ser genéricos e juntam, em uma média, cargos com diferentes responsabilidades", diz a consultora organizacional Verônica Rodrigues da Conceição. A especialista recomenda consultar associações profissionais ou colegas que exercem atividades semelhantes às suas em outras empresas.
Erro sete: justificar o pedido de aumento com problemas pessoais. Além de não ajudar na sua imagem como profissional, falar das suas dificuldades com o orçamento doméstico pode até ser prejudicial. "Isso demonstra desorganização e descontrole, o que pode refletir na percepção que o empregador tem sobre você".
Erro oito: não saber negociar. Numa conversa desse tipo, em que a sua performance profissional estará sendo avaliada, é preciso estar preparado para ser duramente questionado ou até mesmo criticado. E, nesses embates, é fundamental controlar-se para não alterar a voz ou se exaltar, o que poderá deixar seu superior nervoso e irritado, diminuindo muito as suas chances de sucesso. Tente ouvir o que o chefe tem a dizer e, se necessário, marque uma segunda conversa, caso o diálogo tome rumos inesperados. Adiar o papo também funciona se você receber uma proposta que não está de acordo com as suas expectativas. "Você nem sempre precisa aceitar o primeiro valor que o empregador oferece. Afinal, ele dificilmente vai lhe apresentar o maior montante que poderia pagar", diz consultora organizacional Verônica Rodrigues da Conceição. "Embora seja uma questão delicada, que envolve tato e diplomacia, vale negociar. Com jeito e com bons argumentos, explique por que acredita que poderia receber um pouco mais".
Erro nove: depois de apresentar todos os seus argumentos ao gestor, o ideal é combinar uma data para que vocês voltem a conversar sobre o assunto. Afinal, vocês dificilmente chegarão a um consenso na hora. Isso evita que você tenha que ficar questionando seu chefe de tempos e tempos, para saber se ele já conseguiu o seu aumento. Por outro lado, se desde a primeira reunião o empregador, por qualquer motivo, está irredutível em relação a conceder-lhe um aumento, ou se ele já afirmou que não chegará ao patamar desejado, é melhor não insistir. "Tente identificar as razões do seu gestor e concentre-se em melhorar seu desempenho, preparando-se para ter sucesso da próxima vez".
Erro dez: ameaçar ou mentir. Dizer que vai pedir demissão caso não receba o aumento desejado vai criar uma situação delicada, que pode forçar a sua saída, além de dificultar um possível retorno à empresa no futuro. "Inventar que recebeu uma proposta de outra companhia também é uma estratégia arriscada. Além de correr o risco de ser desmascarado, é preciso pensar no que vai fazer caso eles não cubram a sua proposta", diz coach José Roberto Marques. Pior ainda é dizer que não fará mais determinadas atividades se não receber aumento, pois não ganha para isso. "Esse tipo de atitude denota falta de profissionalismo". 

Fonte Internet Por Rita Trevisan e Thaís Macena, do UOL, em São Paulo Didi Cunha/UOPL

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

SABE AQUELE CARA FOMINHA DENTRO DA EMPRESA!!! SAIBA COMO LIDAR COM ELE...



O fominha causa antipatia entre os colegas, que não conseguem se sobressair ou se sentem pisados. Ser pró-ativo é pré-requisito essencial para conquistar uma carreira de sucesso nos dias de hoje, seja qual for a área escolhida. Algumas pessoas, porém, na ânsia de mostrar serviço e provar que são competentes, acabam atropelando os outros --às vezes, até o próprio chefe--, provocando situações incômodas na equipe e na empresa. Alguns exemplos? Se intrometer nas funções alheias, querer avidamente se destacar em uma reunião, comandar um projeto sem ser solicitado, assumir alguma tarefa do superior. 
Até certo ponto, esse modo de agir pode ajudar na profissão, pois mostra um lado empreendedor, vontade de crescer e até oferece resultados à corporação. No entanto, o funcionário fominha costuma gerar antipatia entre os colegas, que não conseguem se sobressair ou, na pior das hipóteses, se sentem pisados.
"Mostre comprometimento e interesse genuíno no sucesso da área e da organização em que você trabalha. Vá além daquilo que é esperado de você, procure sempre entregar algo a mais do que o requerido. Mantenha a sua rede de relacionamentos dentro da empresa sempre ativa, conquiste a confiança de sua equipe, pares e superiores. Arrisque-se, assuma novos desafios e tenha atitude positiva", Vania Akabane, diretora de Recursos Humanos Alcoa América Latina e Caribe Divulgação Alcoa
Como não há carreira que sobreviva sem que a pessoa saiba conduzir seus relacionamentos interpessoais, esse comportamento precisa ser atenuado. Além disso, há uma linha tênue que separa a pró-atividade exacerbada da ganância, da falta de profissionalismo e, muitas vezes, até da falta de ética.
Tipos de fominhas
De acordo com a psicóloga Fernanda Marques, diretora da Clínica Ability – Intervenção Comportamental, há diferentes tipos de fominhas.
Há aqueles que se acham muito competentes e querem sair na frente. "Para atingir seus objetivos, eles nem sempre são leais aos colegas. É aquele que tenta ficar de olho no que está acontecendo e, às vezes, se apropria das ideias alheias", diz Fernanda.
Há também os autossuficientes, que pensam que se bastam e, por isso, não trocam ideias com os outros, impedindo o companheirismo na equipe. Já os ansiosos podem até ser eficientes, mas ignoram hierarquia. 
Segundo a psicóloga Triana Portal, os fominhas costumam ter problemas emocionais relacionados à insegurança e autoestima e apresentam dificuldade de lidar com frustrações.
"O que demonstra ser super seguro pode, no fundo, usar de um mecanismo de defesa contra sua própria fragilidade. O autossuficiente costuma ter uma arrogância inerente, acha que ninguém é tão bom quanto ele. E o ansioso sofre por querer agradar o tempo todo, é carente, precisa de aplausos, reconhecimento", afirma.

Sem ingenuidade
Os fominhas não são ingênuos. Eles sabem que, com suas ações desenfreadas, acabam passando por cima dos demais, mas vêem essa estratégia como uma qualidade, algo que lhes trará benefício.
De acordo com Mauricio Libreti de Almeida, professor do curso de Gestão de Recursos Humanos da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo), é comum que eles justifiquem seus atos colocando defeitos nos outros. "Eles costumam achar que os colegas são ultrapassados, lentos e burocráticos", diz.
De fato, há pessoas que podem simplesmente ter maior facilidade para desempenhar suas funções de modo mais ágil que os demais, e a tarefa é sempre concluída com sucesso. Segundo Cristiane Moraes Pertusi, doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela USP (Universidade de São Paulo), esses são os trabalhadores que acabam ganhando visibilidade e reconhecimento, mas que, equivocadamente, podem parecer que querem se destacar propositadamente diante de chefes e colegas.
Como driblar os fominhas
Quando o fominha passa a invadir demais o espaço alheio, é essencial fazê-lo enxergar que a maneira como ele age não é de todo incorreta, mas não beneficia o grupo. "Ele deve saber que você tem consciência de tudo e que está ali para se defender", afirma Triana.
Cabe ao chefe direto definir e impor limites claros para caracterizar a hierarquia dentro da empresa, salientando o que é permitido e o que não é permitido. "A hierarquia que envolve responsabilidades e funções deve ser respeitada e seguida, garantindo sempre o bom relacionamento entre as pessoas no ambiente de trabalho", diz a psicóloga Fernanda Marques. 
E os superiores precisam ficar atentos para não reforçar ainda mais a sede de sucesso de um funcionário, tomando o cuidado de não estimular excessivamente a competitividade.
"Entender o trabalho de quem está abaixo e acima de você é extremamente importante para poder ter atitude sem parecer fominha e com muito mais propriedade. O modelo pró-ativo ideal junta tudo isso a uma excelente capacidade de ter bons relacionamentos interpessoais dentro da empresa.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

SAUDE BUCAL, ESCOVE OS DENTES TRES VEZES AO DIA

Higiene bucal bem feita e visitas periódicas ao dentista devem fazer parte da rotina de quem valoriza o próprio sorriso
Cuidar da higiene bucal pode não ser tão simples quanto parece. Todo mundo sabe que é preciso escovar os dentes, mas dúvidas com relação à frequência da escovação, quantidade ideal de creme dental e quando usar o fio dental são comuns e de acordo com especialistas, muita gente não sabe cuidar corretamente dos dentes.
Segundo o professor Fernão Leite, coordenador do curso de Odontologia da Unopar, é preciso escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, após as principais refeições: café da manhã, almoço e jantar. E ele ainda faz um alerta: “O ideal é que a última escovação seja feita antes de dormir porque muita gente faz um lanche ou belisca alguma coisa depois do jantar”. 
Os cremes dentais contêm substâncias abrasivas que podem desgastar o esmalte dos dentes, e devem ser usados em pequena quantidade. “Um tanto do tamanho de um grão de ervilha é o suficiente para fazer a limpeza”, garante o professor Paulo Christino Neto, professor de Odontopediatria da Unopar.
Ele explica que as principais funções do creme dental são ajudar na higiene e na provisão de flúor, que protege os dentes. Os dentistas recomendam cuidado com produtos que prometem clareamento dental, pois eles costumam ser mais abrasivos e podem causar maior sensibilidade.
O mesmo vale para os que garantem proteção 48 horas: “Todo alimento tem potencial para causar cárie. O correto é limpar a boca sempre depois de comer”, frisa o professor Fernão. Entre os alimentos mais perigosos para os dentes o açúcar refinado é o campeão. 
“Não são só os doces que têm açúcar; salgadinhos como os chips, refrigerantes e bebidas isotônicas também têm alto teor de sacarose”, ensina o professor Paulo.
A professora Gabriela Fleury Seixas, odontopediatra da Unopar, alerta contra outro tipo de comida: “Alimentos que grudam nos dentes também são fator de risco para cárie. E remédios. A maioria dos xaropes e antibióticos tem açúcar para tornar o sabor mais agradável. Por isso a gente recomenda que as mães lembrem-se de escovar os dentes ou enxaguar a boca das crianças que estão sendo medicadas”, orienta. 
O café e bebidas como vinho e suco de uva contêm corantes que podem pigmentar os dentes, provocando manchas. E quem gosta de comer frutas também precisa ficar atento: “A frutose, que é o açúcar das frutas, causa menos cárie do que o açúcar branco, mas ainda assim é preciso pelo menos enxaguar a boca depois de comer fruta”, informa o professor Paulo. 
Usar corretamente e com frequência o fio dental é muito importante para garantir dentes saudáveis. Os dentistas aconselham a passar primeiro o fio dental, entre cada dente, e depois fazer a escovação. “O fio dental serve para remover os restos de alimento que ficam entre os dentes, nos lugares onde a escova não alcança. É como limpar uma casa, não adianta começar a varrer de fora para dentro. A sequência certa é de dentro para fora”, indica Paulo. 
Os enxaguantes bucais não substituem a limpeza com fio dental e escova. Esses produtos geralmente têm álcool e clorexidina, que é um antimicrobiano, e por isso não devem ser utilizados com frequência: “A clorexidina pode pigmentar os dentes e o álcool não deve ser consumido por crianças e dependentes químicos”, alerta o professor Fernão.
Doenças que começam na boca
A cárie é uma doença bucal, mas a boca é a porta de entrada de muitas outras doenças. Pesquisas comprovam que muitos problemas cardíacos e pulmonares começam nos dentes e gengivas. 
“Bactérias causadoras de cáries também podem se alojar em lesões localizadas em outros lugares do corpo, tornando-as crônicas. Gestantes com cáries e doença periodontal podem comprometer o peso dos bebês e ter partos prematuros”, destaca o professor Paulo. 
A professora Gabriela lembra que já existe um projeto de lei tornando obrigatória a presença de um cirurgião dentista nas UTIs para cuidar da higiene bucal dos pacientes hospitalizados.
“Nossa saliva têm substâncias que alimentam os micro-organismos causadores das cáries, por isso, mesmo sem comer é preciso higienizar a boca”, complementa. Além de prevenir doenças, cuidar da higiene bucal também garante sobrevida para os dentes. Eles podem durar a vida toda se forem escovados corretamente e se receberem manutenção profissional, com visitas periódicas ao dentista.
 
Fonte: Unopar/Assessoria de Imprensa
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

SENTIR-SE PODEROSO AJUDA A CONSEGUIR UM BOM TRABALHO...




Candidatos investem recursos consideráveis em forma de tempo ou dinheiro para se prepararem para entrevistas que podem dar acesso à faculdade ou ao emprego dos sonhos. Nessas situações, os candidatos costumam ficar tentados a imaginar como a entrevista vai se desenrolar e o que dirão: por que meu currículo é interessante para este trabalho? Como posso contribuir com a empresa? Por que quero trabalhar nesse setor?

Embora seja importante pensar em respostas para essas perguntas, pesquisas recentes sugerem que os entrevistadores estão em busca de uma mentalidade específica. Na verdade, o que irá convencê-los a contratá-lo é a forma como você comunica uma mentalidade poderosa, pois esse é um dos sinais de um ótimo recruta. Em meio à crise, você sabe como tomar a decisão correta? Na hora de vender um produto, você passará entusiasmo suficiente para o cliente?

Afinal de contas, o que é essa mentalidade "poderosa" e como podemos adquiri-la? A seguir, duas dicas para candidatos que querem fazer a diferença durante as entrevistas: pense e aja de forma poderosa.

Candidatos a vagas de emprego raramente estão em uma posição de poder, uma vez que os entrevistadores decidem o destino de suas carreiras. Entretanto, a estratégia vencedora nessas situações é pensar que temos o poder, a despeito de nossa real posição.

Enquanto candidato, como é possível formar uma mentalidade poderosa? Uma estratégia simples é lembrar pouco antes da entrevista de uma situação em que esteve no controle e evocar os sentimentos associados a essa memória --sentimentos de confiança e competência, bem como de determinação na hora de tomar uma decisão.

Um dos meus projetos de pesquisa recentes, o artigo "Power Gets the Job: Priming Power Improves Interview Outcomes" --publicado em coautoria com Joris Lammers, da Universidade de Colônia, na Alemanha, Derek D. Rucker, da Universidade Northwestern, em Evanston, Illinois, e Adam Galinsky, da Universidade Columbia, em Nova York, para a revista "The Journal of Experimental Social Psychology"-- colocou essa ideia à prova.

Como parte de uma sessão de entrevistas fictícias, dividimos candidatos a vagas em escolas de negócios em três grupos. No primeiro, os candidatos escreviam uma dissertação pouco antes da entrevista, contando sobre um momento em que estiveram no poder. No segundo, os participantes também escreveram um ensaio, sobre um momento em que não tiveram poder. O último grupo não precisou escrever.

 Então, perguntamos aos entrevistadores qual seria a probabilidade de aceitarem o candidato a uma escola de negócios. Quando os candidatos eram entrevistados sem precisarem escrever, eram aceitos em 47,1% dos casos. Contudo, o nível de aceitação passava a 68% no caso de pessoas que escreviam ensaios sobre um momento em que estiveram no poder, mas caía para 26% no caso das pessoas que escreveram ensaios sobre quando não tiveram poder.

Os entrevistadores não sabiam da manipulação feita com os candidatos. Sendo assim, a mera lembrança de uma experiência de poder aumentou em 81% a chance dos candidatos serem admitidos em comparação com a linha de base e em 162% em relação às pessoas que se lembraram de um momento de impotência.

Naturalmente existem outras formas de lidar com os sentimentos de poder. Por exemplo, os candidatos podem usar objetos que os façam se sentir poderosos, tais como um relógio ou uma determinada bolsa --qualquer coisa que remeta a um sentimento de poder.

O poder não é apenas uma mentalidade, mas também um comportamento. Movimentos pequenos e praticamente inconscientes também transmitem sinais de poder ao público e podem mudar significativamente o rumo de uma entrevista.



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terça-feira, 7 de maio de 2013

SAIBA OS HÁBITOS QUE IRRITAM OS CHEFES NO ESCRITÓRIO.



Figura do Pato DonaldVocê se atrasa para reuniões e não resiste a participar da última fofoca do escritório? Então saiba que você pode estar deixando muitos chefes irritados.
Pelo menos é isso o que constatou uma consultoria britânica, que entrevistou 2 mil gerentes na Grã-Bretanha para identificar os hábitos mais irritantes no local de trabalho.
Segundo o Institute of Leadership & Management (ILM), as práticas que mais incomodam são:
- Chegar atrasado em reuniões (citado por 65% dos gerentes)
- Deixar pratos e outros recipientes sujos sobre a mesa após o almoço (63%)
- Fofocar sobre os colegas (60%)
- Discutir abertamente assuntos confidenciais da empresa (54%)
- Mandar um e-mail para alguém sentado bem na sua frente (56%)
- Deixar o celular tocar alto (42%)
- Fazer muitos intervalos para fumar (39%)
- Ir trabalhar doente, em vez de ficar em casa (34%)
- Levar os filhos pequenos ao trabalho (27%)
O mau uso dos e-mails está entre os hábitos mais irritantes no escritório, diz o levantamento - segundo o qual 57% dos entrevistados odeiam aquelas mensagens coletivas, enviadas para todo o escritório.
"Pense nas melhores formas de se comunicar", sugere o relatório do ILM. "E-mails muitas vezes são impessoais e pouco claros. Às vezes, a interação cara a cara ou o bom e velho telefonema podem ser mais apropriados."
Roupas impróprias e jargão
Roupas inadequadas e o uso excessivo de jargão também prejudicam o ambiente de trabalho, aponta a pesquisa britânica.
Quase um em cada quatro entrevistados se queixou do fato de colegas exagerarem no emprego de termos como "pensar fora da caixa" e "vamos manter contato", entre outras expressões típicas do universo dos escritórios.
"Muitas vezes essas expressões são vagas e imprecisas", queixou-se um trabalhador britânico entrevistado pela BBC.
Para o ILM, o uso excessivo de jargão "aliena as pessoas e nem sempre é a melhor forma de se comunicar".
No que diz respeito ao vestuário, 27% dos gerentes entrevistados disseram terem sido forçados a dar bronca em seus funcionários que usaram, por exemplo, roupas muito ousadas ou sandálias muito informais.
Pequenas mudanças
Essas pequenas irritações no ambiente profissional podem prejudicar o rendimento, mas soluções simples fazem grande diferença, de acordo com a pesquisa.
O hábito de levar um bolo para os colegas aniversariantes ou preparar-lhes chá e café melhora a convivência para praticamente a maioria dos entrevistados.
"A pesquisa mostra que gestos simples significam muito no escritório, como ouvir um 'obrigado' após realizar uma tarefa e dar-se ao trabalho de dizer 'oi' e 'tchau' aos colegas".

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